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Mudança de endereço

 

Devido a alguns problemas com o UOL (limite de caracteres, lentidão, etc.), eu e Mr. Fry estamos mudando de casa. O nosso endereço agora passa a ser http://www.stephenfrybrasil.blogspot.com/. Espero ter mais sorte por lá.

Abraços.


Edit: o endereço do site agora é http://www.stephenfry.com.br



Escrito por Stephen Fry às 12h18
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Já estão disponíveis para venda as camisetas criadas por Nicole Stewart, que também é a responsável pelo design gráfico do site oficial de Stephen. As camisetas, que estão sendo vendidas em parceria com o site www.mysoti.com, custam $37,00 (precinho salgado, não?) e estão disponíveis em diversos tamanhos para homens, mulheres e crianças. A estampa que mais me chamou a atenção foi a que segue abaixo, feita especialmente para os "seguidores" de Stephen no Twitter:

Quem quiser ver as outras estampas basta ir em http://stephenfry.mysoti.com/mysoti/partner/products/style/CLO



Escrito por Stephen Fry às 02h20
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Como já havia comentado a minha amiga do Orkut, Cris Borrego, autora do blog Aonde Está o Meu Moleskine? (http://clborrego.blogspot.com), anteontem, dia 4, Stephen e mais um grupo de desconhecidos (foto acima, registrada pelo iPhone do próprio Stephen) ficaram presos no elevador do edifício Centre Point, em Londres. Por aproximadamente 30 minutos Stephen, com muito bom humor, relatou para os seus seguidores no Twitter a agonia de ficar preso no 26o. andar de um dos prédios mais altos da cidade:

"Ok. This is now mad. I am stuck in a lift on the 26th floor of Centre Point. Hell's teeth. We could be here for hours. A**e, poo and widdle".

Bom, pelas caras na foto, ninguém parecia desesperado ou entediado Piscadela



Escrito por Stephen Fry às 01h14
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Dia 2 de fevereiro (segunda-feira), Stephen estará na loja da Apple (foto abaixo), em Londres, na série Meet the Author, para falar de seu último audiobook: Oscar Wilde's Short Stories, já comentado aqui em outros posts.

 

 

A palestra terá início às 16 horas, horário de Brasília (19 horas, em Londres). Para aqueles que, assim como eu, têm o azar de não morar em Londres, o evento poderá ser acompanhado via Twitter: http://twitter.com/stephenfry.

E por falar em Twitter, Stephen é o recordista do site com mais de 90.000 seguidores Legal



Escrito por Stephen Fry às 14h11
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Hoje estava navegando pela Internet e me deparei com o boato de que Stephen irá fazer o papel do gato de Cheshire no filme Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton. O papel inicialmente ficaria a cargo de Michael Sheen, que agora deve ficar com o papel de Coelho Branco. O elenco também conta com os atores Johnny Depp, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter, Mia Wasikowska, Matt Lucas, Crispin Glover e Alan Rickman nos papéis principais. Baseado no clássico do escritor inglês Lewis Carroll (1832-1898), o filme que tem estréia prevista para 5 de março de 2010 terá a mesma tecnologia utilizada em Beowulf para criar cenas de animação com filmagens de atores de verdade. Não gostei muito dessa última informação, pois não me agrada muito esse tipo de efeito especial; no entanto, prefiro esperar o resultado final antes de dar a minha opinião, e vou torcer para que Mr. Fry realmente esteja no elenco.

 

Links para a notícia:

http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_Filme.aspx?ID_NOTICIA=27170&ID_FILME=6840&aba=cinenews

http://www.ultra-secreto.com.pt/site/index.php?option=com_content&task=view&id=152&Itemid=86



Escrito por Stephen Fry às 17h17
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A foto acima faz parte da sessão de gravações do audiobook dos contos de Oscar Wilde (já comentado aqui no dia 02/12/2008) que, infelizmente, ainda não consegui escutar na íntegra (no site www.audible.com, os arquivos custam $17.25, e alguns trechos estão disponíveis para serem escutados).

Oscar Wilde (1854-1900), para quem não sabe, era irlandês e hoje é considerado um dos mais importantes escritores de língua inglesa. Sua vida polêmica foi retratada no filme Wilde (1997), com o próprio Stephen fazendo papel do escritor (já existe um pequeno tópico aqui: http://stephenfry.zip.net/arch2008-07-27_2008-08-02.html). Mais conhecido pelo seu único romance O Retrato de Dorian Gray, Wilde também escreveu poemas, peças para o teatro e contos de fadas (contos esses que fazem parte da coletânea presente no audiobook). Segundo Stephen, Wilde foi o príncipe dos artistas de sua época, que defendia a arte acima de tudo e que compreendia a arte como o resultado não do intelecto, do humor, ou das faculdades superiores do entendimento - pois tais qualidades podem fazer de você um crítico, um político, um advogado, enfim, qualquer coisa, menos um artista - mas o resultado da imaginação. E os contos de fadas de Oscar Wilde são, segundo Stephen, exatamente isso: "um triunfo da imaginação".

Para ler em português alguns dos contos como O Amigo Dedicado, O Gigante Egoísta, O Notável Foguete, O Rouxinol e a Rosa, visite o site http://www.sitinn.hpg.ig.com.br/oscarwilde.htm



Escrito por Stephen Fry às 14h00
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Músicas em homenagem a Stephen Fry - Parte 2

  

Começo o ano dando continuidade à série de mensagens sobre as músicas que foram feitas em homenagem ao Stephen. Hoje vou falar da cantora Helene, ou melhor, da banda inglesa Citizen Helene and the Racists. O grupo ainda é desconhecido e possui claras influências de Beach Boys, The Beatles, Joni Mitchell e Bob Dylan. Conheci a banda através de uma mensagem no fórum oficial do Stephen, onde havia um link para a página da banda no MySpace: http://www.myspace.com/citizenhelene (a música em questão, intitulada Stephen Fry, é a quinta do playlist disponível no site). A bela voz de Helene é acompanhada por um violão e, particularmente, achei a música muito bonita e bem-humorada. Abaixo, a letra original em inglês, seguida da tradução em português:

 

Stephen Fry
You're the apple of my girl's eye
Oh, she talks about you all the time
Though she knows you play for the other side


Stephen Fry
Won't you be my darling's valentine?
Cos I don't wanna be the one
To break her heart again this time
Oh, let's pretend everything could turn out right
These are lonely times we find ourselves in


But, hey, Stephen
Won't you make an exception tonight?
Oh, when did we fall out of love in to the arms of strangers?
There'll be nothing left behind
But those burnt-out starry eyes   

 

 Tradução: 

Stephen Fry
Você é a menina dos olhos da minha garota
Ela fala sobre você o tempo todo
Embora saiba que você joga no outro time

Stephen Fry
Você gostaria de ser o namorado da minha garota?
Pois não quero ser aquele
Que a decepcionará novamente desta vez
Vamos fingir que tudo pode dar certo
Atravessamos tempos de grande solidão

Mas então, Stephen
Você não abriria uma exceção esta noite?
Afinal, quando é que nos entregamos ao amor nos braços de estranhos?
Nada ficará para trás
A não ser estes olhos brilhantes e intensos



Escrito por Stephen Fry às 01h53
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No dia 29 de novembro, no post intitulado "Músicas em Homenagem a Stephen Fry - Parte 1", citei o trecho de uma entrevista publicada na página do UOL onde Zeca Baleiro e Stephen Fry entrevistavam um ao outro. Como hoje percebi que a mesma foi retirada do ar, resolvi colocar aqui a entrevista na íntegra. Vale a pena dar uma lida:

 

Zeca Baleiro Encontra Stephen Fry

QUANDO ZECA BALEIRO escreveu a suave música intitulada "Stephen Fry" (1995) e depois, ao lançar o seu primeiro disco em 1997, intitulado Por Onde Andará Stephen Fry?, ele jamais poderia imaginar que o londrino Stephen Fry acabaria gostando da despretensiosa homenagem brasileira, até que os dois chegassem a conversar através desta entrevista produzida pela UpToDate.

AQUI ESTÁ PORTANTO o que podemos chamar de esforço de reportagem, num clássico encontro do criador de uma obra, Zeca Baleiro, com a inspiração de seu trabalho final, o ator, comediante e escritor Stephen Fry. Sem qualquer distinção, cinema, música e literatura fazem parte do menu da conversa entre os dois.

SEM QUALQUER TIPO de combinações prévias ou lances de marketing estudados, dificilmente um episódio pitoresco como este se repitirá desta forma na história das artes. Um jovem compositor brasileiro faz música e disco em homenagem a um ator inglês e os dois acabam se encontrando numa entrevista. Vários faxes e telefonemas entre São Paulo e Londres foram necessários para a realização desta entrevista. E ao que tudo parece, este pode ser mesmo o começo de uma longa amizade.

Walter de Silva

 

Zeca Baleiro Entrevista Stephen Fry

Zeca Baleiro - Olá, Stephen. É um prazer falar com você. Finalmente aqui estou eu para a nossa tão esperada entrevista. Obrigado pela sua disposição inicial nesse primeiro contato. Ao formular essas perguntas, senti realmente como se estivesse conversando com você. Aqui vamos nós...

Zeca  - Em fevereiro de 1995, li uma nota num jornal brasileiro (Folha de S. Paulo) que contava um episódio em que você teria desaparecido, talvez viajado sem avisar, depois de receber críticas de um jornal londrino à sua atuação numa peça de teatro. Imediatamente peguei o violão e fiz uma canção despretensiosamente, movido pela história e atraído pela sonoridade do teu nome Stephen Fry.

Dois anos depois, quando gravamos o disco, na hora de escolher o nome dele, foi sugerido colocar o primeiro verso da canção "Stephen Fry", que diz / Por Onde Andará Stephen Fry? / Porque isso despertaria o interesse pela história da canção, que é a sua história, e pelo conteúdo do disco. Tudo foi feito casualmente, pois eu não pretendia maiores repercussões. Mas, de repente, notei que o título do disco e a própria história que conto no encarte do CD suscitou a curiosidade do público e da imprensa brasileira, e fez com que chegasse até você, algo que eu não imaginava.

O que você pensa da idéia de se tornar nome de canção num país como o Brasil, pelas mãos de um compositor brasileiro e se tornar título de um CD?

Stephen Fry - É realmente uma extraordinária sensação. De um lado, eu me sinto tremendamente honrado e lisonjeado, de outro lado, é quase um pensamento estranho que existam pessoas com cópias do disco pelo Brasil, cantando em coro meu nome junto com você. Eu suponho que é um pouco como a impressão que as tribos nativas sentiam quando tiveram suas primeiras fotografias tiradas.

Zeca - Gostaria que você se sentisse à vontade para me dizer o que achou da canção "Stephen Fry" em especial, e do próprio disco?

Stephen - Bem, isso é o que causa o sentimento que eu mencionei, como um prazer. Eu acho "Stephen Fry" uma música absolutamente maravilhosa. Eu realmente amo essa música. Eu vejo eu mesmo andando, murmurando e cantando a música para mim mesmo. Você tem uma voz realmente atraente e generosa, e não há nenhuma dúvida de que o meu nome combina perfeitamete com o tom da música. Se eu tivesse me chamado Oliver Flutterwick ou algo parecido, certamente teria sido muito difícil de fazer a música, não seria? Quanto ao CD em geral, eu realmente o admiro muito. Eu não havia escutado nenhum trabalho seu antes. Eu gosto muito das variações de ritmos e estilos. Meus parabéns.

Zeca - Obrigado. Você gosta de música popular? Em geral, o que você tem escutado?

Stephen - Eu ouço muita música, eu suponho. É muito difícil ignorar a sensacional corrente pop britânica do momento. Eu realmente gosto do Oasis, Pulp, Blur, The Verve e outros.

Zeca - Quais são as suas referências de música brasileira?

Stephen - Eu tenho de confessar que realmente eu não tenho nenhuma referência. Mas, como a maioria daqui, eu penso em ritmos latinos mais do que qualquer coisa. Bossa nova e esse tipo de música... Eu confesso que a maior parte do que conheço é mais música hispânica da América do Sul do que música brasileira. Mas eu realmente aprecio o ritmo contagiante.

Zeca - Falando um pouco de você, o primeiro filme em que te vi atuando foi "Para o Resto de Nossas Vidas" (Peter's Friends, 1993, dirigido por Keneth Branagh), em que você faz um comovente personagem aidético. Depois, li a célebre nota no jornal brasileiro que inspirou a canção "Stephen Fry". A partir daí, fiquei curioso por ver todos os teus filmes e posso dizer que virei fã. Me chamou atenção o fato de que você sempre faz um inglês mesmo quando o filme se passa na América, como em "A Teoria do Amor" (IQ). Como você explica isso?

Stephen - Eu creio que as pessoas me tomam por britânico em qualquer momento e em qualquer situação em que me encontram porque eu passo essa impressão de um típico homem inglês (Deus sabe porque). Eu acabei de fazer o filme "Wilde", que deve passar no Brasil no começo do ano, eu acredito. Eu espero que você consiga ver o filme e gostar também. Na verdade, eu estou agora (15-11-97) nos Estados Unidos fazendo uma participação no novo filme de John Travolta intitulado "A Civil Action". Ainda interpretando um típico inglês, eu suponho.

Zeca - A crítica é um mal necessário?

Stephen - Sim, eu suponho que é o melhor meio de descrevê-la.

Zeca - Você faz o papel de Oscar Wilde nesse seu mais recente trabalho no cinema. O que mais te atraiu no personagem?

Stephen - Eu acho que foi a oportunidade de enfocar o registro diretamente sobre ele, que foi um homem de grande bondade, suavidade de natureza, generosidade, dignidade e coragem.

Zeca - É função do artista quebrar barreiras morais e culturais como fez Oscar Wilde?

Stephen - Sim, sem dúvida.

Zeca - Ouvi muitos elogios ao seu trabalho como comediante, também li críticas bem favoráveis a sua interpretação em "Wilde", que é mais denso e dramático. Qual registro você prefere?

Stephen - Eu tento não fazer distinção dentre eles. Tento perceber o espectro das emoções humanas, da risada à tragédia, como algo contínuo. Espero que isso não pareça pomposo demais...

Zeca - Qual a importância do programa de TV (cômico semanal) "A Bit of Fry and Laurie" na tua carreira, no conjunto das tuas atividades?

Stephen - Eu continuo vendo Hugh Laurie regularmente, e nós esperamos fazer uma nova série em breve.

Zeca - Soube que você concluiu um livro recentemente. Do que se trata este trabalho?

Stephen - É uma autobiografia da minha infância, da idade dos 7 aos 17 anos. Eu tive uma infância realmente muito conturbada, expulso de várias escolas e acabando, por um breve período, na prisão. O livro cobre esse período.

Zeca - Quais são os teus próximos projetos tanto para o cinema quanto para a literatura?

Stephen - Os projetos são o filme do Travolta que eu mencionei, espero escrever alguns roteiros para o cinema e um outro livro. Depois, uma nova série com o Hugh Laurie.

Zeca - Os americanos estão cada vez mais obesos. Os brasileiros cada vez mais pobres e felizes. E quanto aos ingleses?

Stephen - No momento, eu acho que há uma grande dose de otimismo na Inglaterra. Um novo governo, finalmente, uma grande oportunidade de atividades culturais e um novo espírito de diversão e possibilidades no ar.

Zeca - Você tem planos de vir ao Brasil? Quando vier, por favor, me comunique pois eu quero que você assista a um show meu. Terei o maior prazer em vê-lo na platéia do meu show.

Stephen - Se, por alguma chance, o filme "Wilde" estrear no Brasil na mesma época em que eu estiver disponível, então eu adoraria visitar o teu país. E, claro, gostaria muito de ir a um dos teus shows.

 

Stephen entrevista Zeca

Zeca - Bem, Stephen, agora é a sua vez. Você gostaria de me perguntar algo?

Stephen Fry - Sim. Você é de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, ou de alguma outra parte do Brasil? E quantos anos você tem?

Zeca - Eu nasci em São Luís, capital do Maranhão, estado do Nordeste brasileiro. A região do Nordeste é para o Brasil, mais ou menos o que é a Irlanda para os ingleses. Mas eu moro há sete anos em São Paulo. Tenho 31 anos, mas pareço ter apenas 29.

Stephen - Você recebeu algum tipo de treino musical ou é apenas o seu talento natural? Você está ligado a algum determinado tipo de estilo musical que tenha algum nome ou origem específica?

Zeca - Não, sou completamente intuitivo. Minha formação musical passa pela cultura popular, pelos ritos religiosos e pelo rádio, onde ouvi Bob Dylan, Rolling Stones, Elton John, Bee Gees e muita, muita música brasileira.

Stephen - Você já chegou a trabalhar como compositor de trilhas sonoras para filmes ou TV?

Zeca - Sempre tive muita vontade de fazer música para cinema, mas só recentemente fui convidado para fazer a trilha sonora de um curta-metragem, "Impressões Para Clara", de Joel Yamaji, um jovem cineasta paulista. Também tenho uma canção do meu CD, intitulada "Bandeira", incluída na trilha sonora da telenovela "Por Amor", da Rede Globo de Televisão.

Stephen - Planos para visitar a Inglaterra?

Zeca - Planos, sim. Em 98, devo fazer uma pequena turnê pela Europa, onde o disco (Por Onde Andará Stephen Fry) será lançado, com a minha banda Mandabala.



Escrito por Stephen Fry às 12h57
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Já estão à venda para download os audiobooks Oscar Wilde’s Short Stories e Anton Chekhov’s Short Stories, ambos lidos por Stephen Fry. A venda está sendo feita via iTunes (um aplicativo gratuito que reproduz músicas e vídeos). Nos próximos posts falarei mais a respeito; por enquanto, dêem uma olhada nas fotos (para iPod e iPhone) e nos contos selecionados de cada autor:

Contos:

The Young King

The Selfish Giant

The Remarkable Rocket

The Nightingale and the Rose

The Happy Prince

The Devoted Friend

Contos:

The Lady With the Dog

The Huntsman

Oysters

Misery

Boys

An Avenger

A Blunder

Trailer de Oscar Wilde's Short Stories: http://www.stephenfry.com/media/video/102/trailer--oscar-wilde-s-short-stories

Para comprar: http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewAudiobook?id=298837329



Escrito por Stephen Fry às 15h53
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Alguns posts atrás, falei da adesão do Stephen ao Twitter (um microblog através do qual as pessoas podem dar pequenas informações sobre o que estão fazendo naquele exato momento). Nesse mesmo estilo, surge agora o Blip.fm que, assim como o Twitter, é um microblog, só que de música. Nessa página - que logo de início faz a pergunta What are you listening to? ("o que você está ouvindo?") - o usuário pode postar músicas e dar pequenas notas explicativas do que está escutando no momento. E adivinhem quem está lá? Pois é, Stephen acaba de virar DJ (sim, exatamente hoje) e já postou músicas de Mozart, Wagner e de Herb Alpert and The Tijuana Brass. Quem quiser dar uma olhada, o endereço é: http://blip.fm/stephenfry



Escrito por Stephen Fry às 18h12
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Músicas em homenagem a Stephen Fry – Parte 1

Disco "Por Onde Andará Stephen Fry?", de Zeca Baleiro

Um dos casos mais notórios da biografia de Stephen Fry é o episódio do seu desaparecimento em 1995. Ele atuava na peça Cell Mates, de Simon Gray - que conta a história de George Blake, um espião condenado a 42 anos de prisão por trabalhar para os russos - quando, após ler uma crítica negativa no jornal Financial Times, teve uma crise bipolar e resolveu não mais participar da peça. Em seu documentário para a BBC 2, The Secret Life of the Manic Depressive (2006), Stephen conta o episódio:

 

 

Há onze anos, saí ao nascer do dia de meu flat no centro de Londres, fui até a garagem, vedei a porta com um edredon que trouxera e entrei no carro. Lá fiquei, creio, ao menos por umas duas horas, com as mãos na ignição. Era uma tentativa de suicídio, não um grito por socorro. Rumei então em direção ao Sul, e tomei um vapor para o Continente. Apenas sabia que não podia ficar em casa, e realmente acreditava que jamais retornaria à Inglaterra. Não podia suportar o olhar de qualquer pessoa que conhecesse. Mas após uma semana retornei secretamente para a Inglaterra, para um hospital, e um doutor disse que eu era bipolar. 

 

 

O acontecimento inusitado, além de ter rendido muitas páginas nos jornais britânicos, inspirou a música Stephen Fry do compositor maranhense Zeca Baleiro, presente no seu primeiro disco Por Onde Andará Stephen Fry?, de 1997. Eis a letra da música:

 

Por onde andará Stephen Fry?
Por onde andará Stephen?
Ninguém sabe
Do seu paradeiro
Ninguém sabe
Pra onde ele foi
Pra onde ele vai...

Stephen may be felling
All alone
Stephen never do this again
Come back home
Se correr
O bicho pega Stephen
Se ficar o bicho come
Se correr
O bicho pega Stephen
Se ficar o bicho come...

Por onde andará Stephen Fry?
Por onde andará Stephen?
Ninguém sabe
Do seu paradeiro
Ninguém sabe
Pra onde ele foi
Pra onde ele vai...

Stephen may be felling
All alone
Stephen never do this again
Come back home
Se correr
O bicho pega Stephen
Se ficar o bicho come
Se correr
O bicho pega Stephen
Se ficar Stephen
O bicho come
Se correr
O bicho pega Stephen
Se ficar o bicho come...

Por onde andará Stephen Fry?
Por onde andará Stephen?

 

Zeca Baleiro também teve a oportunidade de entrevistar o próprio Stephen Fry para o UOL e, ao ser perguntado o que havia achado da música, Stephen respondeu:

Eu acho ‘Stephen Fry’ uma música absolutamente maravilhosa. Eu realmente amo essa música. Eu vejo eu mesmo andando, murmurando e cantando a música para mim mesmo. Você tem uma voz realmente atraente e generosa, e não há nenhuma dúvida de que o meu nome combina perfeitamete com o tom da música. Se eu tivesse me chamado Oliver Flutterwick ou algo parecido, certamente teria sido muito difícil de fazer a música, não seria? Quanto ao CD em geral, eu realmente o admiro muito. Eu não havia escutado nenhum trabalho seu antes. Eu gosto muito das variações de ritmos e estilos. Meus parabéns.

Para ler a entrevista na íntegra: http://www2.uol.com.br/uptodate/zeca/html/zecafry.html

Para ouvir a música: http://app.radio.musica.uol.com.br/radiouol/cdcapa.php?codcd=003367-4

Para ver as fotos da peça Cell Mates: http://stephenfry.nafoto.net/



Escrito por Stephen Fry às 13h23
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Hoje, ao entrar na página do Stephen Fry no Twitter, reparei que ele havia deixado duas mensagens:

 

stephenfry One of the pleasures of being abroad is I don't have to have an opinion about the Brand/Ross debacle. I hate unkindness & rudeness but - tbc about 17 hours ago from web

 

stephenfry but - how can one ever be on the same side as the Daily Mail? So, it's very pleasing to be away and ignorant of the details... about 17 hours ago from web

 

 

Como ando meio por fora de tudo, resolvi fazer uma pesquisa no Google e acabei descobrindo do que o Stephen estava falando: os apresentadores ingleses Russell Brand (que havia sido escalado para o papel de George Wickham no filme Jane Austen Handheld, mas abandonou o projeto) e Jonathan Ross, em um programa transmitido pela BBC Radio 2 no último dia 18, fizeram uma série de ligações telefônicas para o ator Andrew Sachs (78 anos), e deixaram uma mensagem em sua secretária eletrônica com comentários de mau gosto e palavras de baixo calão sobre sua neta Georgina Baillie (23 anos). Para completar a baixaria, parece que o tablóide Daily Mail está se aproveitando da situação e está promovendo uma verdadeira cruzada contra os apresentadores e a BBC (por isso o segundo comentário do Stephen). Lendo tudo isso, lembrei do caso que aconteceu recentemente envolvendo o ator Wagner Moura e os apresentadores do programa Pânico... Como podemos ver, desrespeito e mau gosto não são apanágios exclusivos dos meios de comunicação brasileiros. Abaixo, segue a notícia que saiu no site da BBC Brasil:

 

 

Apresentador se demite da BBC por trotes em programa

Em um comunicado, Brand pediu desculpas pelos trotes que fez por telefone contra o ator britânico Andrew Sachs e sua neta durante o programa de rádio.

Brand disse ainda que assume a total responsabilidade pelo episódio e que sente muito que a BBC tenha sido alvo de ataques na Grã-Bretanha como resultado de suas ações.

Pouco antes da divulgação do comunicado, a BBC havia anunciado a suspensão de Brand e do apresentador Jonathan Ross, que também participou dos trotes contra Sachs que foram ao ar no programa do último dia 18, até que seja concluída uma investigação sobre o episódio.

Os telefonemas ao ator Andrew Sachs foram feitos pelos dois apresentadores em uma edição pré-gravada do programa de Brand.

Sachs não atendeu as ligações. Ross e Brand deixaram, então, recados considerados ofensivos na secretária eletrônica do ator - na gravação, Ross diz palavrões e afirma que Brand dormiu com a neta de Sachs.

18 mil reclamações

Na terça-feira, a BBC pediu desculpas pelo incidente e prometeu uma investigação interna. A Ofcom, órgão que regula os meios de comunicação britânicos, também abriu uma investigação.

A BBC recebeu nesta semana mais de 18 mil reclamações. Até o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, criticou os apresentadores pelo "comportamento inadequado e inaceitável".

Nesta quarta-feira, o diretor-geral da BBC, Mark Thompson, prometeu "anunciar nos próximos dias que tipo de medida será adotada".

"No meio tempo, decidi que não seria apropriado tanto para Russell Brand como para Jonathan Ross continuar a transmitir na BBC até que eu tenha visto o relatório completo sobre as ações envolvidas", afirmou Thompson em nota oficial.

O comunicado do diretor-geral da BBC acrescenta que o "grave lapso de tom dos dois apresentadores e das equipes de produção causou revolta" na audiência.

Passado

Os apresentadores Jonathan Ross e Russell Brand já se envolveram em episódios polêmicos no passado.

Ross é um dos apresentadores de televisão mais famosos da Grã-Bretanha. Ele comanda um programa de entrevistas na televisão, além de programas de rádio.

No ano passado, o apresentador disse, em tom de brincadeira, que devido a seu alto salário, valia "mil jornalistas da BBC", em um momento em que 2 mil pessoas foram demitidas devido a cortes na empresa.

Brand já foi demitido da MTV por aparecer no trabalho vestido como Osama Bin Laden no dia seguinte ao 11 de setembro de 2001.

Ele também perdeu o emprego em uma rádio por ler material pornográfico no ar, em plena tarde de domingo. Recentemente, o ator começou uma carreira em Hollywood, com um papel no filme Ressaca de Amor.

A vítima dos trotes foi o ator Andrew Sachs, de 78 anos, famoso nos anos 70 como o garçom Manuel na série de comédia britânica Fawlty Towers, criada pelo ator John Cleese, do grupo de comédia Monty Python.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081029_bbc_suspensao_dg.shtml



Escrito por Stephen Fry às 09h31
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Acima, Michael Cawardine e Stephen Fry nas proximidades de Manaus.

Meu computador já está de volta, mas ainda estou sem muito tempo para postar. No entanto, não resisto em comentar que já está no site da BBC a página do documentário Last Chance to See, baseado no livro homônimo de Douglas Adams e Michael Cawardine, que Stephen está filmando nesse momento na África. A idéia é percorrer vários países e mostrar animais que estão ameaçados de extinção. No início do ano, Stephen esteve no Brasil, mais precisamente na floresta Amazônica. Infelizmente, ao tentar filmar um peixe-boi, acabou caindo e quebrando o braço (foto abaixo). Resultado: teve que ir embora antes do previsto. No vídeo que pode ser visto em http://www.bbc.co.uk/blogs/lastchancetosee/stephenfry (fim da página), Stephen aparece nas redondezas do Ariaú Amazon Towers (hotel construído no topo das árvores em plena floresta) mostrando os predadores do bendito peixe-boi.



Escrito por Stephen Fry às 07h23
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Estou sem computador em casa e sem tempo para atualizar o blog; assim, para que esse espaço não fique completamente abandonado, coloco abaixo a minha sketch favorita da época em que Stephen participava do Cambridge Footlights Revue (1982): "Shakespeare Masterclass". 

Assim que tiver mais tempo (e um computador decente em casa), posto mais detalhes sobre esse programa que, além de Stephen Fry, tinha também Emma Thompson e Hugh Laurie (e outros menos conhecidos).



Escrito por Stephen Fry às 20h32
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Desde ontem o site oficial de Stephen Fry ( http://www.stephenfry.com ) está com um novo visual, bem mais bonito e prático de navegar. A página traz também algumas novidades: um vídeo-diário (o primeiro de uma série), onde Stephen aparece fazendo as malas para a sua viagem à África; e também o anúncio de um novo audiobook de contos do escritor irlandês Oscar Wilde. Sobre esse último ainda não há muitas novidades, a não ser a capa do CD:



Escrito por Stephen Fry às 10h25
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